Justiça Social Não é Amor Cristão

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Você vai encontrar a palavra “justiça” nas Escrituras, como também vai encontrar a palavra “evangelho”, mas você não vai encontrar a palavra “social” na frente de uma delas porque a “justiça social “,  exposto no que se chama ” evangelho social “, é o trabalho astuto dos homens, não a vontade  de Deus expresso em sua Palavra. Jesus Cristo não sofreu e morreu na cruz para que pudéssemos reparar, remodelar e reabilitar um mundo perverso para Ele governar, mas sim para nos redimir para um “reino que não é deste mundo”.

Se alguém não falar e apontar isso, a questão será sempre confusa, polêmica e conflituosa, e a Igreja continuará a ser seduzida para fora de seu curso natural por pessoas com ambições político sociais. As escrituras contem as palavras “justiça”, “justiça” e “julgamento”, que os evangélicos modernistas citam para tentar validar a tal “justiça social” como um conceito cristão, e uma missão da Igreja. O curioso nisso tudo é que a maioria desses termos aparecem predominantemente no Velho Testamento, o que não deixa de ser irônico porque a maioria dos crentes de vanguarda preferem desqualificar ou diminuir a importância do Velho Testamento chamado-o de símbolo de “legalismo”, porque inconvenientemente os confronta com os seus absolutos e filosofias, teologias e estilos de vida. Francamente, é a justiça de Deus e dos julgamentos feitos por Ele em todo o Antigo Testamento, que mais confundem e ofendem os crentes modernos resultando numa desprezível “graça” que pregam e praticam como “Cristianismo”.
Mas, o termo “justiça social” coloca os agentes da mudança evangélica no banco do motorista da casa de Deus que lhes permite, através de posicionamentos cuidadosamente colocados, infinitas oportunidades para habilitar, justificar e mesmo promover, através do mantra humanista da “tolerância”, da diversidade, a tão badalada “unidade”. Essa unidade significa união com varias formas de comportamento anti-bíblico, como teorias humanas, religiões e causas para promover a promiscuidade espiritual, tais como a homossexualidade, o sincretismo religioso, o direito ao aborto, à eutanásia, o darwinismo, ilusões baseadas na fé, aquecimento global, que se encaixam perfeitamente com o plano das Nações Unidas para um governo mundial, uma economia mundial e uma religião unica no mundo.
No Novo Testamento os textos mais citados pelos crentes “politicamente corretos” para apoio à “justiça social” não são sobre a justiça para todos, mas sobre amor. Mesmo assim, eles usam as palavras “justiça” e “amor”, como se fossem sinônimos, e ao fazê-lo, mesclam questões sociais, políticas e de cunho moral social. Eles tentam mixar questões religiosas e os programas de governo, enquanto levam a atenção da Igreja para longe da verdadeira espiritualidade transportando-a para temas mundanos.
Tenho entendido que abraçando a “justiça social”, muitas vezes, desloca-se a ênfase do arrependimento e fé em Jesus Cristo para empreendimentos mais terrenos como o meio-ambiente, capacitação, emprego, direitos, igualdade e auto-estima, uma construção de programas promovidos pelas elites globais para beneficiar ou punir grupos selecionados como desnecessários para o seu desenvolvimento “sustentável” – uma agenda mais em sintonia com um “organizador da comunidade” do que com um seguidor de Cristo.
A palavra Justiça nos fala sobre a correção de um erro, defendendo os inocentes e punindo os culpados. É um trabalho louvável humanamente falando, mas isso não é amor cristão.
O amor é generoso e sacrificialmente ajudador, servindo e provendo a alguém em necessidade. O Bom Samaritano, não parou pára exercer a “justiça social”, quando ele encontrou o homem ferido e saqueado por ladrões ao longo da estrada na parábola de Jesus como registrado em Lucas 10:30-37. Ele demonstrou compaixão para com a vítima de um crime, não porque ela era social, étnica ou financeiramente mais desfavorecida, mas porque ela era simplesmente um “vizinho”(mesmo sendo inimigo) em necessidade.
Além disso, o Bom Samaritano não foi atrás dos ladrões para recuperar os pertences do homem, vingar o seu abuso, tê-los presos e iniciar a proteção do viajante e um programa de recuperação de poses na sinagoga local, porque não era isso que Jesus estava ensinando aos seus seguidores na parábola, nem isso fazia parte da missão de Sua vinda.
Se você roubar dinheiro de alguém, é a justiça que trabalhará para que o produto do roubo seja devolvido ao seu legítimo proprietário e para que você seja punido. Isso não tem nada haver com amor. Amor tem empatia por aqueles que necessitam e compartilha com eles, cuida deles, conforta-os, incentiva-os, ora por eles, e provê uma manifestação divina do amor de Deus, manifestando compaixão e generosidade. Desta forma, podemos abençoar a outros como Deus nos abençoou em nosso tempo de necessidade. Amor cristão é um símbolo do evangelho e do Deus da graça para a pobreza espiritual e desespero de uma alma perdida espiritualmente.
Esta é a idade da graça, meus amigos, não a idade da justiça. Se alguém queria e precisava de “justiça social” durante o ministério terrestre de Jesus, eram os samaritanos, como revelado pelo encontro de Jesus com a mulher no poço, que lhe disse: “… os judeus não se comunicavam com os samaritanos.” Mas , Jesus não lhe ofereceu justiça social, longe disso, Ele ofereceu “água viva” que nada tem a ver com estatuto social, direitos ou condição econômica ou étnica.
Mas, se você sintetizar as duas palavras “justiça” e “caridade” em forma dialética hegeliana, como os “emergentes” tem feito com astúcia na Igreja, você acaba forjando um evangelho híbrido, que não demonstra o amor, a graça, misericórdia e generosidade de Deus, mas um governo aprovado, politicamente religioso, proclamando o chamado humanista a “coletividade” que glorifica a fraternidade do homem através de “boas obras” para o benefício e avanço de um reino terreno, em vez de glorificar a Deus através de seu trabalho na cruz de Cristo para um reino celestial.
Os cristãos precisam ser muito cuidadosos em perseguir a “justiça social”. Jesus levou a nossa justiça na cruz do Calvário para que possamos receber e refletir a graça de Deus e do perdão.
Paul Proctor
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